Colômbia, um dos países latinos com mais ataques cibernéticos em 2023, segundo a IBM – Notícias de tecnologia – Tecnologia


Em relatório recente publicado pela IBM X-Force, área de serviços de segurança ofensiva e defensiva da IBM Consulting, foi revelado que A Colômbia se posiciona como um dos países latino-americanos mais afetados por ataques cibernéticos durante o ano de 2023, ocupando o segundo lugar com 17 por cento dos ataques registrados na região.

(Leia também: Segurança informática: os ataques cibernéticos mais notórios da história do esporte).

Este estudo, parte do Índice de Inteligência de Ameaças da X-Force, destaca uma mudança significativa nas táticas empregadas pelos cibercriminosos, que agora preferem “fazer login” usando credenciais válidas em vez de “hackear” redes corporativas diretamente.

Juan Carlos Zevallos, líder de software de segurança da IBM para a América Latina, comentou: “Os cibercriminosos reavaliaram as credenciais como um vetor de acesso inicial confiável. Com a mudança para ‘logins’, eles estão destacando a relativa facilidade de aquisição de credenciais de usuário”. em comparação com a exploração de vulnerabilidades ou a execução de campanhas de phishing.”

O relatório é baseado na análise de mais de 150 bilhões de eventos de segurança diários em mais de 130 países, usando dados de diversas fontes internas da IBM, incluindo IBM X-Force Threat Intelligence, Incident Response, X-Force Network, IBM Managed Security Services, e colaborações com Red Hat Insights e Interzer.

As descobertas indicam que O Brasil lidera a lista com 68% dos ataques, seguido pela Colômbia e Chile, com 8%.

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Detectaram que quase 85% dos ataques a sectores críticos poderiam ter sido mitigados com patches de segurança.

Os setores mais afetados na América Latina foram o retalho, as finanças e os seguros, sendo cada um responsável por 25% dos ataques.

Explorar aplicações públicas foi a via preferida dos atacantes, aproveitando-se de fragilidades em computadores ou programas com acesso à Internet. Além disso, o malware, especialmente o ransomware, foi a forma de ataque mais comum, representando 31% dos incidentes, seguido pelo acesso ao servidor e pela utilização de ferramentas maliciosas.

(De interesse: Os Ministros do Interior do G7 procuram mitigar o crime cibernético e os riscos da IA).

A análise destacou que quase 85 por cento dos ataques a sectores críticos poderiam ter sido atenuados através da implementação de medidas básicas de segurança, tais como patches de segurança, autenticação multifactor e privilégios mínimos para os utilizadores.

Além do mais, Observou-se que configurações de segurança incorretas foram responsáveis ​​por 30% das exposições identificadas.

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O relatório conclui projetando que o mercado de IA poderá tornar-se uma superfície de ataque mais madura, levando os cibercriminosos a investir em diferentes ferramentas, especialmente quando uma única tecnologia AIG atinge quase 50% de quota de mercado ou quando esta é consolidada em três tecnologias ou menos.

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Esse conteúdo foi reescrito com auxílio de inteligência artificial, com base nas informações do Portfólio, e revisado pela jornalista e por um editor.





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